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Maracaju, Mato Grosso do Sul, Brazil
Professora de Artes na Rede Estadual - Escola Pe Constantino de Monte

Morre a árvore, nasce a arte

Morre a árvore, nasce a arte
Escultura de Elmar Medeiros em Maracaju

terça-feira, 26 de agosto de 2014

A Pop Art e o que tava rolando



Para falarmos de Pop Art, sua estética colorida, irreverente e bem humorada,  muitas vezes nos perguntamos: Mas por que? Para respondermos essa e tantas outras perguntas é preciso entender o que tava rolando na época. Como foram os anos 60? E os 70?
Com a ajuda do DESINTERAÇÃO, um blog super descolado, vamos saber um pouco mais sobre o assunto.

Um mundo Pós-Moderno, vindo aí depois do Moderno...

Bom, depois da Segunda Guerra Mundial (1939 – 1945) houve um período de prosperidade gerado por vários fatores, dentre eles pela industrialização que reafirmou os Estados Unidos como potência mundial e marcou o início do movimento pelos direitos humanos dentre outras lutas. 


Depois de uma nova geração se tornar a mais rebelde da história, buscar uma identidade própria e formas mais descompromissadas de viver, houve mais mudanças.


Lógico que tudo que estava acontecendo no mundo nesse período também teve fortes influências e consequências no Brasil. Golpe militar, censura, tropicalismo, cinema novo… Mas vamos adiante:


Como vimos, não é à toa que esses anos 60 e 70 são tão lembrados e relembrados até hoje. Agora sim, vamos ver o que foi que essa agitação toda de duas décadas fez com a arte.
 

E quais foram os protagonistas de tudo isso?


Temos ainda muitos outros artistas que utilizam esta linguagem. Ela nos mostra que podemos criticar a sociedade consumista de uma maneira alegre e divertida, refletindo a sociedade pós-moderna em que vivemos.

Essa postagem foi possível devido ao trabalho de Talita Bacetti em seu Blog DESINTERAÇÃO que foi parte de prática de seu Trabalho de Diplomação em Tecnologia do Design Gráfico pela UTFPR.
Visite o seu Blog e veja o seu trabalho completo




quarta-feira, 28 de maio de 2014

A Última Ceia Leonardo Da Vinci X Tintoreto

A Última ceia

Leonardo da Vinci x Tintoreto







Leonardo da Vinci - Renascimento

Predomina a razão e o equilíbrio, estaticidade.

 As formas são dispostas com equilíbrio.
 Cristo no centro e seis apóstolos de cada lado.

Leonardo da Vinci explora as linhas horizontais e verticais.

A luz, embora venha da esquerda, está distribuída por igual,
sem contrastes de luz e sombra.
Os contornos são simples e as cores quentes e frias estão distribuídas por igual.





Tintoretto - Maneirismo

Predominam a emoção, a tensão do movimento.

As formas geram a ilusão de movimento, embora Cristo esteja no centro da tela,
os apóstolos e os outros não estão de maneira igual ao seu redor.

Usa as linhas diagonais para distribuir a maioria dos participantes da ceia,

o que também dá  ilusão de movimento obrigando-nos
a olhar a tela sem se fixar na imagem de Cristo no centro.

Predominam as sombras, e a iluminação vem da luz da luminária.

São usados arabescos e linhas tortuosas principalmente nos anjos e a perspectiva usada nos dão uma impressão de profundidade muito mais natural que na obra de Da Vinci.

Fonte: Marciano Lopes  poetasdobrasil.arteblog


quarta-feira, 21 de maio de 2014

Arte Acadêmica Brasileira


É caracterizada pela utilização dos princípios do Romantismo e do Neoclassicismo, estilos  artísticos europeus que vigoraram entre os séculos 17 e 19, e mantinha as regras formais e técnicas lecionadas nas academias de pintura.

Segundo esses cânones, o artista deveria seguir um conjunto de padrões estéticos e não tinha a liberdade de criar, deveria retratar fatos históricos exaltando a beleza idealizada.

Temas históricos e mitológicos deveriam ser expressos  de forma grandiosa e épica, principalmente no período do Império e do Nacionalismo no Brasil. 

A Arte acadêmica predominou no Brasil  até o início do século XX, e a  Academia Imperial de Belas Artes na cidade do Rio de Janeiro, inaugurada em 1826, era a principal referência deste movimento.

Veja alguns exemplos



Moema - Vitor Meirelles (1832 – 1903)
 Moema - Vitor Meirelles

 
A primeira missa no Brasil - Victor Meirelles, 1861

A primeira missa no Brasil - Victor Meirelles, 1861

O grito do Ipiranga - Pedro Américo


Fonte: Infoescola